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	<title>blog stuff</title>
	<link>http://blog.revistabula.com</link>
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		<title>Uma família chamada Corleone</title>
		<description><![CDATA[
Filmes que fazem grande sucesso por ocasião do lançamento têm seu conteúdo apreendido imediatamente pelo público? Nem sempre. Alguns precisam de tempo para ser adequadamente compreendidos, seja por veicularem uma nova visão de mundo, seja por inovarem na maneira de contar a história - variáveis que, juntas, compõem as obras-primas. Este pode muito bem ser [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/08/27/uma-familia-chamada-corleone/</link>
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	<item>
		<title>Os diamantes de Levi e Roth</title>
		<description><![CDATA[
 A entrevista de Primo Levi a Philip Roth, feita há 21 anos, mostra primeiro um grande entrevistador (o resultado, pois, é tanto uma entrevista quanto um diálogo entre “iguais”), cônscio da obra e da vida do autor italiano, e, depois, um também grande entrevistado. Como aparentemente o texto nunca foi lançado em livro no [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/08/20/os-diamantes-de-levi-e-roth/</link>
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	<item>
		<title>Virginia Woolf tentou &#8216;curar&#8217; sua loucura pelo suicídio</title>
		<description><![CDATA[
Em 28 de março de 2008, fez 67 anos que a escritora inglesa Virginia Woolf se matou. Virginia, que hoje tende a ser comparada (desfavoravelmente) a James Joyce, que ela considerava (invejosamente) um operário autodidata, morreu aos 59 anos, jogando-se no Rio Ouse, em 1941. A obra de Virginia permanece gerando polêmica. Para alguns, ainda [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/08/09/virginia-woolf-tentou-curar-sua-loucura-pelo-suicidio/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Vale a pena ler de novo  Mario Vargas Llosa escreve sobre Guimarães Rosa</title>
		<description><![CDATA[
Mario Vargas Llosa 
Guimarães Rosa nasceu em 1908 em Minas Gerais. Após fazer estudos de medicina, se instalou numa pequena cidade do sertão, e se engajou como médico voluntário durante as guerras civis que ensangüentaram o Brasil dos anos 30, depois abandonou a medicina para abraçar a carreira diplomática. Foi embaixador do Brasil na Alemanha, [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/07/27/vale-a-pena-ler-de-novo-mario-vargas-llosa-escreve-sobre-guimaraes-rosa/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Ricardo Guilherme Dicke: Prisioneiro de um ostracismo cruel</title>
		<description><![CDATA[
O escritor mato-grossense Ricardo Guilherme Dicke morreu às 10 horas da quarta-feira, 9, aos 71 anos. 
A escritora Hilda Hilst disse que depois de Machado, seria ele o autor mais importante do País. O cineasta Glauber Rocha, no antigo programa Abertura, decretou: Ricardo Guilherme Dicke é o maior escritor vivo do Brasil e ninguém lê, [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/07/11/ricardo-guilherme-dicke-prisioneiro-de-um-ostracismo-cruel/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Revista Bula — Edição 204</title>
		<description><![CDATA[

]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/04/09/revista-bula-%e2%80%94-edicao-204/</link>
			</item>
	<item>
		<title>17 anos sem  Pio Vargas</title>
		<description><![CDATA[
Pio Vargas ia ser o maior poeta de seu tempo. Mas morreu antes dele. Na manhã de 8 de março de 1991, tinha 26 anos. Sofreu uma parada cardíaca causada por uma overdose de cocaína. 
 (7 de setembro de 1964 — 8 de março de 1991)
ODE ANALGÉSICA
a pátria é o embaixo das roupas. 
é [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/03/08/hoje-faz-17-anos-da-morte-do-poeta-pio-vargas-1964-1991/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Egotrip</title>
		<description><![CDATA[A Revista Bula ganhou novo projeto visual e editorial. Uma das melhores revistas de cultura do país (note que não disse &#8220;de Goiás&#8221;), a Bula publica, na última edição(198), ensaio do poeta Valdivino Braz a respeito da crítica do brasileiro Afonso Romano de Sant´Anna ao americano Ezra Pound. Padrasto dos concretistas, Pound é um poeta [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/03/07/egotrip/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Revista Bula — Edição 199</title>
		<description><![CDATA[

]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/03/05/revista-bula-%e2%80%94-edicao-199/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Os seis minutos mais belos da historia do cinema*</title>
		<description><![CDATA[

Por Giorgio Agamben
Sancho Pança entra num cinema de uma cidade do interior. Está procurando Dom Quixote e o encontra sentado isolado, fixando o telão. A sala está quase cheia, a galeria — que é uma espécie de “galinheiro” — está inteiramente ocupada por crianças barulhentas. Após algumas tentativas de chegar a D. Quixote, Sancho senta-se [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/24/os-seis-minutos-mais-belos-da-historia-do-cinema/</link>
			</item>
	<item>
		<title>O lado A do cinema goiano</title>
		<description><![CDATA[
Tacilda Aquino
Carlos Willian, grande amigo, confesso que fiquei surpresa com seu artigo sobre a produção cinematográfica goiana no Jornal Opção. E juro que não entendi o motivo de sua ira. Acho que você foi duro demais, principalmente para um poeta que sabe que fazer cultura em Goiás, independentemente do tipo de manifestação artística, sempre foi [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/24/o-lado-a-do-cinema-goiano/</link>
			</item>
	<item>
		<title>O CINEMA GOIANO E A SAGA DOS UMBIGOS ESPELHADOS</title>
		<description><![CDATA[
CENA 1 —  ROBNEY BRUNO,  ENTRA CORRENDO (MEIO DESAJUSTADO),  GRANOFONE NA MÃO, IMPROVISA UM DISCURSO E CHORA
Caros amigos  agcvistas, listeiros e simpatizantes.
Quando eu ouço um comentário como esses, do nobre escritor Carlos William Leite, sobre o cinema goiano, um turbilhão de sentimentos ambíguos (lê-se revolta e vergonha) me vem ao coração. [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/20/a-saga-dos-umbigos-espelhados/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Aprendendo com as encrencas de Britney</title>
		<description><![CDATA[
por Flávio Paranhos
O texto abaixo é uma tradução minha de um artigo que saiu no NYT de domingo passado. Embora fuja um pouco da área de interesse da Bula, achei o tema interessante. Mas, pra não dizer que não falei de cinema, o texto faz lembrar &#8220;De repente, no último verão&#8221; (1959), com Elizabeth Taylor, [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/12/aprendendo-com-as-encrencas-de-britney/</link>
			</item>
	<item>
		<title>O farsante das águas ilusórias</title>
		<description><![CDATA[
por Edival Lourenço
Foi em plena festa da padroeira que ele apareceu. Abriu a lateral da Besta e começou a instalar sua tranqueira: a mesa, que foi desdobrando com habilidades de mágico, uma corneta no suporte já instalado no teto do veículo, um microfone sem fio na lapela e resmungou algumas palavras de um idioma supostamente [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/12/o-farsante-das-aguas-ilusorias/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Fio da meada</title>
		<description><![CDATA[
por Enio Vieira
Os filmes recentes que abordam episódios e experiências da ditadura militar no Brasil têm muita dificuldade em capturar os movimentos múltiplos daquele período. As narrativas cinematográficas se baseiam em fatos isolados e histórias pessoais de maneira linear e sem contradições. “Quase dois irmãos” (2004), de Lúcia Murat, é uma tentativa bem-vinda e arriscada [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/11/fio-da-meada/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Assim comia Zaratustra</title>
		<description><![CDATA[
Woody Allen
Texto publicado na New Yorker / Piauí
&#8220;Nenhum filósofo chegou perto de solucionar o problema da culpa e do peso até que Descartes separou mente e corpo, de tal modo que o corpo podia se empanturrar à vontade, enquanto a mente pensava: &#8220;E daí? Não sou eu.&#8221; A grande questão da filosofia perdura: se a [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/10/assim-comia-zaratustra/</link>
			</item>
	<item>
		<title>A invasão da poesia</title>
		<description><![CDATA[

por Eberth Vêncio
O ser humano, criatura para lá de estranha, tem vários defeitos. Um dos piores deles é a intolerância, tanto em nível pessoal (relações interpessoais) quanto coletivo (o sujeito lidando com grupos, corporações, comunidades, um país inteiro). Por causa da intolerância, amores eternos minguam, amizades se corrompem, famílias digladiam, irmão desconhece irmão, preconceitos sobrevivem, [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/09/a-invasao-da-poesia/</link>
			</item>
	<item>
		<title>A dor fundamental</title>
		<description><![CDATA[
Carlos Willian Leite 
não há caminho e
nada valho
meu rir lascivo
é uma coreografia de enganos 
eu cresci como crescem
os espantalhos
eu cresci sem planos
]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/08/a-dor-fundamental/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Anywhere out of the world!</title>
		<description><![CDATA[
por Lauro Marques
― É melhor você aparar os pêlos do nariz antes de falar com o capitão ― disse George.
Marcelo não via nenhuma razão naquilo. Que diabos poderia isso afinal afetar em serem aceitos?
George mostrou o recorte de jornal: Navio de bandeira holandesa contrata tripulação por período determinado. Destino: Porto de Roterdã, com paradas em [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/08/anywhere-out-of-the-world/</link>
			</item>
	<item>
		<title>No avião, em queda livre</title>
		<description><![CDATA[
por Flávio Paranhos
	Ai, meu Deus, o que é pra fazer mesmo?
	O que está dizendo? Não há coisa alguma a fazer. Encomende sua alma a Deus, meu filho. Reze!
	Não, não. Aquelas instruções&#8230; Eu nunca presto atenção.
	Ave Maria, cheia de graça&#8230;
	Como é mesmo? “As máscaras descerão automaticamente&#8230;”
	O senhor é convosco&#8230;
	Nunca prestei muita atenção. Sempre achei que sabia [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/08/no-aviao-em-queda-livre/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Jô Soares caindo como um pato na conversa de Omar Khayyám — o maior 171 da história</title>
		<description><![CDATA[



]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/06/jo-soares-caindo-como-um-pato-na-conversa-de-omar-khayyam-%e2%80%94-o-maior-171-da-historia-%e2%80%94-parte-3/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Nós e os políticos: o exemplo que vem de cima</title>
		<description><![CDATA[
por Jose Carlos Guimarães
Dia desses chegava eu à Avenida Paranaíba descendo a Goiás, a pé. Duas mulheres vinham em sentido contrário, atravessando pela faixa de pedestre, uma senhora e uma moça, quando o sinal abriu. Nenhum dos motoristas esperou que concluíssem a travessia e iniciaram a aceleração. Imediatamente elas correram do ponto em que estavam [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/06/nos-e-os-politicos-o-exemplo-que-vem-de-cima/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Dick Flocaucô era o carnaval em pessoa</title>
		<description><![CDATA[
Hélverton Baiano
Dick Flocaucô era o carnaval em pessoa, pois até seu nome era meio carnavalizado. Mas dizer em pessoa é muito pouco para o que Dick significava e muito menos ainda para o que o carnaval significava para ele. Caía na folia, mas caía mesmo, não apenas nos cinco dias da festa de Momo, porque [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/05/dick-flocauco-era-o-carnaval-em-pessoa/</link>
			</item>
	<item>
		<title></title>
		<description><![CDATA[
Marcos Caiado

sem guizos
sem ondes
sem direção 
nada sei das fontes
das frondes
ou da janela 
tudo é neblina:
o topo, a arara
a aquarela. 
atmosfera ferida
batendo
encontra a mão&#8230; 
hoje, só depois
e em braile.
com profile em alemão&#8230;

]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/05/84/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Piscina letal</title>
		<description><![CDATA[
por Brasigóis Felício            
Esta vem de Aldir Blanc, lúcido e equilibrado parceiro de João Bosco, no clássico O bêbado e o equilibrista. Reconto, assim, do meu jeito: João das Mercês, sambista de mão cheia, um dos melhores sujeitos que conheceu, por sua generosidade e [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/05/piscina-letal/</link>
			</item>
	<item>
		<title>A jaula dos demônios</title>
		<description><![CDATA[
por Valdivino Braz
Levei minha namorada grávida pro terraço do edifício, beijei-lhes os lábios e joguei-a no vazio. Podes crer. Foi massa, vê-la cair lá de cima e esborrachar-se no asfalto, feito uma porca barriguda. Na maior. Pena que eu não estava lá embaixo, pra sentir de perto o impacto do corpo se arrebentando. Saca só, [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/04/a-jaula-dos-demonios/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Os fantoches de vento</title>
		<description><![CDATA[
por Edival Lourenço


Nós somos os homens ocos
Os homens empalhados
Uns nos outros amparados
O elmo cheio de nada. Ai de nós!

                          T. S. Eliot

Eis os fantoches de vento
não aqueles homens ocos de [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/02/os-fantoches-de-vento/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Bebel Giberto</title>
		<description><![CDATA[



]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/02/01/bebel-giberto/</link>
			</item>
	<item>
		<title>É isto um homem?</title>
		<description><![CDATA[
por Enio Vieira
Batismo de sangue (2007), de Helvécio Ratton, é uma boa surpresa entre os inúmeros filmes brasileiros recentes que tratam do período da ditadura militar. Baseado no livro homônimo de Frei Betto, publicado em 1982, o filme recria o episódio da aproximação de frades dominicanos com a Ação Libertadora Nacional (ALN), de Carlos Marighella. [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/31/e-isto-um-homem/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Borges, o atualíssimo</title>
		<description><![CDATA[
por José Carlos Guimarães
O título acima é meio que uma paródia do conto Funes, o memorioso, constante em uma das primeiras coletâneas narrativas de Jorge Luis Borges, Ficções, editada em 1944. Há um dado curioso nesse livro, ou em torno dele, que foi ter sido escrito na década de quarenta do último século. Parece, assim, [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/30/borges-o-atualissimo/</link>
			</item>
	<item>
		<title>As melhores capas de livros de 2007</title>
		<description><![CDATA[
Segundo a The Book Design Review
Via Favoritos
]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/29/as-melhores-capas-de-livro-de-2007/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Moça debaixo da chuva: os ínvios caminhos</title>
		<description><![CDATA[
por Menalton Braff
Uma rua tão melancólica e metalúrgica, tão ocupada com o volume de sua produção industrial que, distraída, parecia há muito ter esquecido no abandono a própria aparência: charme nenhum. Uma rua de paredes sujas e de reboco carcomido, no alto das quais, já perto do beiral, apareciam ridiculamente inúteis algumas janelas estreitas, como [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/29/moca-debaixo-da-chuva-os-invios-caminhos/</link>
			</item>
	<item>
		<title>To be or not to be?</title>
		<description><![CDATA[
Edival Lourenço
Nem me dou se sou sim ou se sou não
Já nem sei se sou grão ou se sou mó
Se sou um sal ou só um ser de pó
Ou se sou pó de luz do sol em grão 
Nem me dou se sou vez ou se sou vão
Já nem sei se sou vau ou sou [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/29/to-be-or-not-to-be/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Bárbara e eu (sinopse para um conto ou relato)</title>
		<description><![CDATA[
por Lauro Marques
Nada demais. Apenas o fel e o mel do cotidiano. Nossos lençóis sendo dobrados pela manhã, marcando a alternância entre dia e noite. Suas saídas para lugar nenhum e as minhas andanças pelo bairro vazio, o relógio que não temos, esquecido. Um pouco lavar as louças (eu), varrer a casa (Bárbara), escutar música [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/28/barbara-e-eu-sinopse-para-um-conto-ou-relato/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Louis Armstrong e Danny Kaye</title>
		<description><![CDATA[



]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/28/louis-armstrong-e-danny-kaye/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Intuito</title>
		<description><![CDATA[
Hélverton Baiano
Tudo o que há nessa história
na ficção ou aparência
é quimera coincidência.
]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/28/intuito/</link>
			</item>
	<item>
		<title>A barriga maior que o olho</title>
		<description><![CDATA[
por Cássia Fernandes
Sabe aquela sensação de quando a gente é menina, véspera de aniversário e a gente pressente ou imagina ou suspira que o dia seguinte será todo nosso, de que um presente nos espera na esquina, no alto do armário, sob mistério, embrulho e laço, de que naquele dia terão cuidado com a gente [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/28/a-barriga-maior-que-o-olho/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Não vale um dente de alho</title>
		<description><![CDATA[    
Brasigóis Felício 
Para G.  Gurdjieff, toda arte é mero acidente, e os artistas são pessoas que pensam ser especiais, por ganharem muito dinheiro ou por copiarem-se uns aos outros. Por viverem a escrever, pintar ou faze música do que lhes ditam suas sugestões e associações mentais, emocionais ou intelectuais, tudo [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/28/nao-vale-um-dente-de-alho/</link>
			</item>
	<item>
		<title>O ano do excremento</title>
		<description><![CDATA[
por Valdivino Braz
Já passando da hora, o famigerado ano de 2007 encerrou seu expediente, deixando marcas profundas na alma dos brasileiros. Um ano que se fechou no vermelho, no que diz respeito aos anseios e esperanças do País, depositados nos homens públicos, eleitos para representarem o povo, alguns dos quais revelaram-se uns descarados canalhas. Excremento [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/28/o-ano-do-excremento/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Marlon Brando —  Recitando — Os Homens Ocos — Apocalypse Now</title>
		<description><![CDATA[



]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/26/marlon-brando-%e2%80%94-recitando-%e2%80%94-os-homens-ocos-%e2%80%94-apocolypse-now/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Plenilúnio</title>
		<description><![CDATA[
Francisco Perna Filho
Uma bola de fogo cruzou o céu da fazenda e, rodopiante, acompanhou os mesmos movimentos de Natinho em volta da fogueira de São João, por um momento, pareceu coalhada no firmamento, todos a observavam, ao passo que se voltavam para o menino, que também inerte se perdia no pesadelo do esquecimento. A bola [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/26/plenilunio/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Desejo e Reparação</title>
		<description><![CDATA[
Herondes Cezar
O que é mais importante, a literatura ou o cinema? A velha e interessante polêmica ressurge sempre que um grande livro é transposto para a tela. É o caso do filme Desejo e Reparação (2007), adaptado do belo romance Reparação, do escritor inglês Ian McEwan. Terá sido a adaptação bem-sucedida?
A história começa na senhorial [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/25/desejo-e-reparacao/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Hipocondríaco</title>
		<description><![CDATA[
Edival Lourenço
Alérgico à própria alegria
mas alegre por ser alérgico
o hipocondríaco é o avesso
do próprio avesso introverso
e nesse infernal paradoxo
vive em busca de um mal
que possa vir para o bem
mas com efeito colateral
mal que possa dar conta
do remédio que ele já tem
torce pra que sobrevenha
um desmaio catafórico
ou um choque anafilático
e possa  sentir-se eufórico
pelo estado sorumbático. [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/24/hipocondriaco/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Porque Picasso é Picasso</title>
		<description><![CDATA[
por José Carlos Guimarães
Orson Welles reclamara da profissão de cineasta dizendo que, fosse Velazques, teria pintado centenas de telas; entretanto, sendo diretor, realizou apenas alguns filmes. Imaginava que era uma realização pífia. Sua preocupação prova cabalmente que quantidade é relativo, quando o assunto é o gênio: Cidadão Kane, criado por ele, é tido pela maioria [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/24/porque-picasso-e-picasso/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Aviso aos Leitores</title>
		<description><![CDATA[
Nos dois próximos meses a Revista Bula  passará por uma ampla reforma editorial e estrutural. Voltaremos na última semana de março. Enquanto isso continue lendo nossos colaboradores aqui no Blog — que será atualizado diariamente. Pedimos desculpas. 

]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/22/aviso-aos-leitores/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Curtas e grossas de verão</title>
		<description><![CDATA[
por Flávio Paranhos
Nazismo e ateísmo para crianças
Comprei dois livros pra minha filha mais velha, Luísa: “O menino do pijama listrado” (Cia. Das Letras), de John Boyne e “George e o segredo do universo” (Ediouro), de Lucy e Stephen Hawking (o físico famoso com grave problema neurológico). O primeiro já virou filme, a ser lançado em [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/22/curtas-e-grossas-de-verao/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Parceria poética</title>
		<description><![CDATA[
por Valdivino Braz
Via e-mail, Edival Lourenço enviou-me, em primeira mão, o recente poema de sua autoria, O molho de seus olhos.  De imediato, pós-leitura, o poema inspirou-me e também criei um novo texto, que intitulei O cão de estimação. Daí propus ao Edival a parceria dos poemas neste meu Bazar, ele aceitou. Aqui dedicamos [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/22/parceria-poetica/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Quem move o mundo</title>
		<description><![CDATA[
por Marcos Fayad
Há anos, quando eu estagiava como psicólogo no Hospital Pinel no Rio de Janeiro, especializado em distúrbios mentais, ouvi uma frase de um interno que jamais esqueci: “Quando eles perceberem que a minha loucura é pura genialidade, será tarde demais, os choques elétricos vão ter acabado com ela”. Ele se referia aos especialistas [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/22/quem-move-o-mundo/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Três instantâneos</title>
		<description><![CDATA[
por Lauro Marques
Felicidade de Pipa
A febre voltou.
Palavras podem ser deliciosas.
Comê-las.
Com meus olhos
soltos no espaço.
Entre o ziguezaguear feliz de uma pipa e
o trem passeando no
elevado
sobre a rua de carros empilhados.
Baterista cego
Gesto 1:
A vareta abre-se ao comando
do meu braço
desenrolando-se
em câmera lenta.
Antes retraída
em duas partes seguras
pela minha mão
(duas baquetas)
entre minhas pernas
de baterista
cego sentado.
Gesto 2:
Fixo a vareta no chão
meus [...]]]></description>
		<link>http://blog.revistabula.com/2008/01/22/tres-instantaneos/</link>
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		<title>As virtudes do fumo</title>
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por Edival Lourenço
De tempos em tempos uma ala da humanidade se volta contra outra, de modo a considerá-la inferior ou indigna. Às vezes esses levantes ganham contornos extremamente dramáticos. É o que ocorreu, por exemplo, nas cruzadas, de cristãos contra muçulmanos. Na Santa Inquisição, de católicos contra hereges e bruxas. Na Segunda Guerra, de arianos [...]]]></description>
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